20 Centímetros Sinopse
Marieta é um travesti que gostaria de se ver livre dos 20 centímetros que a separam de ser a fascinante mulher com que sonha, quando sucumbe às crises de narcolepsia. Nos seus sonhos coloridos, ela é a atração principal de variados, surpreendentes e suntuosos números musicais, onde tem a capacidade de cantar maravilhosamente e falar diferentes línguas. Qual É O Tamanho Da Felicidade?
Informações Técnicas
Título no Brasil: 20 centímetros
Título Original: 20 centímetros
País de Origem: França / Espanha
Gênero: Comédia
Classificação etária: 18 anos
Tempo de Duração: 112 minutos
Ano de Lançamento: 2005
Site Oficial: http://www.20centimeters.com
Estúdio/Distrib.: Estudios Picasso
Direção: Ramón Salazar
Elenco
Mónica Cervera ... Marieta
Pablo Puyol ... El reponedor
Miguel O'Dogherty ... Tomás
Concha Galán ... Berta
Macarena Gómez ... Rebeca
Lola Dueñas ... Hermana de Rebeca
Pilar Bardem ... Candelaria
Juan Sanz ... Gustavo
Rossy de Palma ... Ice Box
Najwa Nimri ... Bunny
Geli Albaladejo ... Empleada ETT
Fany de Castro ... Fruit Stocker's Mother
Vicente Haro ... Fruit Stocker's Father
María Lalane ... Maestra
Pep Noguera ... Superior
Trilha Sonora
“Tómbola”
Escrita por Augusto Algueró padre e Antonio Guijarro
Interpretada por Mónica Cervera
“En un bosque de la China”
Escrita por Roberto Ratto e Benjamin Yankelevich
Interpretada por Mónica Cervera
“Muchachita”
Escrita por Augusto Algueró padre e Antonio Guijarro
Interpretada por Mónica Cervera
“Quiero”
Escrita por Salvatore Adamo
Interpretada por Salvatore Adamo
“Parole Parole”
Escrita por Leo Chiosso, Giancarlo Del Re e Gianni Ferrio
Interpretada por Mónica Cervera
“Piel canela”
Escrita por Bobby Capó
Interpretada por Pablo Puyol
“I Only Want To Be With You”
Escrita por Mike Hawker e Ivor Raymonde
Interpretada por Mónica Cervera
“La máscara”
Escrita por Augusto Algueró padre e Antonio Guijarro
Interpretada por Mónica Cervera
“Quiero ser santa”
Escrita por Eduardo Benavente, Nacho Canut, Ana Isabel Fernandez e Olvido Gara
Interpretada por Mónica Cervera
“Pixie”
Escrita por Ani Difranco
Interpretada por Najwa Nimri
“Boys, Boys, Boys”
Escrita por Bosanto, Rossi e Charlton-Cecchetto
Interpretada por Najwa Nimri
“True Blue”
Escrita por Stephen Bray e Madonna
Interpretada por Mónica Cervera
“I Want To Break Free”
Escrita por John Deacon
Interpretada por Mónica Cervera
“Verde que te quiero verde”
Escrita por Federico García Lorca e Jose Manuel Ortega Heredia
Interpretada por Pascal Gaigne
“Changes”
Escrita por David Bowie
Interpretada por Mónica Cervera
Controverso, polêmico e com um senso de humor ferino, o ator inglês, Sacha Baron Cohen, não poupa praticamente ninguém em suas contundentes críticas sociais. Em uma espécie de crítica reversa, nos revela atitudes e pensamentos escondidos em cada um de nós, causando paixão e ódio por onde passa.
Brüno, em busca pela celebração. Todos estes tipos, cada qual à sua maneira, não tem medo de suas personalidades marcantes, sem medo de censuras, sem hipocrisias, e muito menos sem medo do que dizem.
você Guy Ritchie.Qual é?” Ele referia-se a então separação do casal. A resposta veio em forma de um silêncio incrédulo de alguns, riso de outros e até algumas vaias. Este é exatamente o mesmo tipo de reação para seus filmes e suas criações. Amor ou ódio, sem meio termo. O que mais fazem seus personagens, em suas perguntas cretinas, que deixam suas “vítimas” atônitas, é trazer à tona toda a impaciência e intolerância de seus entrevistados, revelando suas verdadeiras essências.
É um alerta de quanto hipócritas somos muitas vezes, quando concordamos com as situações mostradas, ou uma forma sarcástica e dura de mostrar as tantas atitudes e demonstrações de violência social que rodeiam nosso dia a dia.
Tom Cruise são heterossexuais. Em sua busca, ele tenta conviver com tipos machistas e homofóbicos, levantando mais uma vez a temática da intolerância. Antes mesmo do lançamento do longa metragem, Sacha Baron Cohen já era motivo de críticas e protestos de diferentes segmentos, inclusive de militantes gays que viram no personagem um incentivo ao preconceito e não o contrário, como propõe seu criador. Em Brüno, Baron Cohen revela um gay estereotipado, que muitos acham “bonitinho” ou “engraçado”, mas que quando abre a boca e solta o verbo em suas perguntas ou colocações, passa a ser indesejado por despertar as contradições e a repulsa de muita gente, mascaradas de benevolência, compreensão e aceitação.
longo de seu desenvolvimento. Estes tipos que nasceram na TV inglesa chegaram às telas dos cinemas do mundo para fazer graça, mas também para questionar e fazer pensar. Com seu humor ácido e sem meias palavras eles contestam e criticam.



